Shell visa novo investimento: energia solar no Brasil

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Em tempos de crise alguém tem dúvidas de que é preciso se reinventar? Pois é. Cada vez mais a vida nos mostra como as coisas podem ser instáveis, e na verdade, ninguém está 100% seguro.

Essa análise também é feita por grandes empresas que num cenário crítico precisam avaliar novos horizontes. Um novo ramo de investimento que vem ganhando força no país é a produção de energia limpa, que já era um recurso utilizado em outros países.

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A multinacional Shell demonstrou profundo interesse em trazer força para este mercado no Brasil. O curioso é que a iniciativa irá acontecer neste momento conturbado da economia brasileira. Há quem diga que onde alguns veem problemas, outros veem oportunidades.

shell - energia solar
Fonte:(reprodução/internet)

Shell visa novo investimento: energia solar no Brasil. Entenda mais sobre a visibilidade deste recurso. Bem como quais são as intenções dessa multinacional na ampliação deste mercado no país.

Vantagens do consumo de energia solar

A implementação de energia solar no consumo é um recurso muito vantajoso não só para o consumidor, mas para a natureza. Dentre os benefícios oferecidos está a diminuição da poluição e da emissão de carbono e a utilização natural no seu processo.

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Se os impactos positivos no meio ambiente ainda não lhe são atrativos, vamos para a discussão capitalista. O uso de energia limpa afeta diretamente no valor da sua conta de luz, trazendo economias significativas para o seu bolso.

Especialistas afirmam que a diminuição do preço da cobrança pode ultrapassar 90%. Ou seja, além dos benefícios para as residências é um ótimo fator para empresas que tendem a consumir um alto nível de energia elétrica.

Avanço do mercado no Brasil

Apesar destas vantagens, este recurso demorou anos para chegar no Brasil, sendo que já estava em utilização por países considerados economicamente desenvolvidos. A primeira usina com este serviço no país foi iniciada em São Paulo, há 6 anos atrás.

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Conforme dados da mídia, estão entre os países que mais consomem energia solar: Alemanha, China, Estados Unidos e França. O Brasil ainda caminha para uma implementação mais incisiva do consumo de energia solar.

Segunda a Época Negócios, 2019 foi o ano estimado para ampliar este investimento. Naquele ano a previsão  de crescimento era de 44%, o que já é um salto significativo. Ficou registrado também que a extensão deste mercado já bate de frente com a de grandes usinas.

Atualmente, o estado do país que mais investe neste serviço é Minas Gerais. Existem projetos recentes na região que comprovaram a eficácia de processo fotovoltaico no abastecimento de água. Tudo indica que a expansão destes projetos ocorrerá em breve.

Nova aposta da empresa Shell

Uma das companhias que mais tem investido neste ramo no Brasil é a petrolífera Shell. Não é de hoje que ela vem estudando a fomentação deste recurso no país. Depois de algum tempo estudando estratégias e elaborando boas propostas para o ramo, agora, ela pretende colocá-las em prática.

Conforme reportagem do MoneyTimes, a multinacional está pronta para iniciar a implementação de seus projetos de energia solar em 2023. Até então a região visada para sediar as novidades é Minas Gerais.

Não será a primeira investida da empresa do estado. No começo de 2020, foi anunciada a instalação de usinas de energia solar de 130 megawatts. De acordo com especialistas do mercado, a empresa terá que desembolsar 500 milhões de reais para aplicar neste investimento.

shell - energia solar
Fonte:(reprodução/internet)

Para a Shell, a necessidade de extensão do mercado de energia limpa é sim por buscas de alternativas de ativos pelos próprios investidores, mas também por demandas de empresas interessadas. Afinal, estamos numa era de sustentabilidade e proteção ao meio ambiente.

Grandes companhias têm procurado substituir sua atual forma de consumo de energia por uma fonte renovável. Já que o Brasil é um país com baixa aplicação no setor e pouca concorrência, ele se torna a oportunidade ideal para multinacionais como a Shell.

Executivos da marca alegam que o mercado brasileiro é livre no ramo de energia. E que essa é uma grande característica, atualmente desconhecida pelos empreendedores internacionais. Outro fator atrativo para os investimentos é uma possível reforma pelo Ministério de Minas e Energia.

Ao que tudo indica existe um debate sobre o mercado livre de energia, que possibilita negociações abertas entre consumidores e fornecedores deste serviço. Para as empresas, isso é interessante pois fomenta ainda mais a livre concorrência.

Espera-se uma alta na criação de projetos solares voltados para o Brasil nos próximos anos. Vamos observar como será a reação do mercado brasileiro para tais investimentos. Outro ponto que merece atenção é a reforma sobre negociações livres, isso irá movimentar o cenário econômico.

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