Reabertura das fronteiras marca o verão europeu

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Depois de dias de terror, os países europeu iniciam a abertura de suas fronteiras. O velho continente é conhecido pela altíssima procura no turismo, todos os anos milhares de pessoas optam pela beleza medieval europeia.

A localidade também é conhecida por oferecer verões animados como os de Ibiza, Espanha e das ilhas gregas como Santorini, dentre outras regiões fantásticas. Com o surgimento da pandemia, a temporada ficou ameaçada.

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A atual situação comprometeu um dos pilares da economia da Europa: o turismo. Este setor foi intensamente prejudicado, mas com a retomada da economia os europeus aceleram o processo de reabertura das fronteiras, com o intuito de impulsionar o seu reaquecimento no mercado.

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Fonte:(reprodução/internet)

Reabertura das fronteiras marca o verão europeu. Saiba como tem sido a organização desses países frente ao pico de contágio em outras nações. Veja também, informações recentes sobre as relações de comércio do continente.

Europa reabre suas fronteiras

Com o retorno das atividades mundiais, os governos europeus começaram a analisar a viabilidade na reabertura de suas fronteiras. A execução desta medida ficou estabelecida para começar na última segunda-feira (15).

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Há pouco tempo de iniciar o verão europeu, a abertura começou a acontecer de forma gradual. A determinação tem o incentivo de recuperar o desfalque financeiro causado pela pandemia, que assolou de forma cruel este continente.

Conforme o portal G1, todos os anos os países geram um capital de 1,5 trilhão de euros com o turismo. Em algumas regiões, os turistas serão dispensados da quarentena e serão submetidos aos testes que possibilitam constatar a presença do vírus.

Alguns países liberaram apenas a abertura de fronteiras internas, como é o exemplo dos signatários do Tratado Schengen que inclui praticamente todos os países que fazem parte da União Europeia, salvo a Romênia, Croácia, Irlanda, Bulgária e o Reino Unido.

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No entanto, o governo espanhol autorizou que as atividades turísticas possam ser retomadas dia 21 de junho. Já em Portugal, foi determinado que seria seguro dar início ao acesso apenas em julho.

Na Itália, local da Europa onde o vírus mais fez vítimas, flexibilizou a movimentação entre as fronteiras tanto internas como externas. Ou seja, quem é de outros países do continente, já poderão “turistar” em território italiano.

A região que estabeleceu maior rigidez nas medidas foi do Reino Unido, que atualmente está em transição para fora da União Europeia. Neste país, todas as pessoas que chegam de outros lugares, ainda que de países vizinhos, deverão se sujeitar ao isolamento social por 14 dias.

Reflexos na recuperação econômica

A ampliação de testes em massa e as precauções tomadas pelos governos europeus têm o objetivo de passar segurança para quem visita seus territórios. A expectativa é de que o famoso verão desta região atraia os turistas, apesar de um cenário pós pandemia.

A recuperação do turismo na Europa é indispensável, pois o setor corresponde cerca de 9% do índice de emprego do grupo econômico. Ainda, representa expressivas porcentagens do Produto Interno Bruto, como mais de 13% na Itália e 12% na Espanha.

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Fonte:(reprodução/internet)

A retomada dessas atividades, por si só, já traz otimismo para o povo e para o mercado internacional, tendo em vista que todos reconhecem o peso deste pilar para o reaquecimento da potência que é a Europa.

As estimativas para a Itália é de que os visitantes durante a temporada sejam de dentro da próprio continente, tendo em vista que foram impostas limitações para que pessoas de outros lugares do mundo adentrem em suas cidades.

Essas ressalvas feitas aos outros países devem abranger os Estados Unidos e o Brasil, que atualmente possuem índices altos de casos do novo vírus. Essas restrições podem incomodar os brasileiros que tendem a escolher Portugal como destino de viagem.

Recentes informações sobre o comércio europeu

Os dados mais recentes sobre a economia europeia não são otimistas. Diante da repercussão dos novos casos de contaminação do vírus, a bolsa europeia operou em queda, nesta última quinta-feira (18).

Na Inglaterra, as ações recuavam em 0,81%, a Espanha apresentou o pior índice da Europa, com uma retração de 1,18%. Na Alemanha, diante da desvalorização de 0,81% na bolsa, a chefe do governo, Angela Merkel, ressaltou a importância da união entre os países do bloco para recuperarem a economia.

Em meio ao quadro negativo do mercado na Europa, o continente inicia um novo conflito com os Estados Unidos. Recentemente, o governo americano desistiu de firmar negociações com os europeus sobre a tributação nas companhias de tecnologia dos EUA.

De acordo com fontes do site Terra, o bloco ameaçou cobrar impostos sobre os serviços de grandes marcas digitais que atuam nos seus países. Elas são Facebook, Google e Amazon, todas de origem americana. Especialistas mencionam a possibilidade de mais uma guerra comercial.

Lembrando que Donald Trump tem protagonizado disputas no comércio com a China. Esta não seria a primeira vez que o presidente se indispõe com outras nações. O embate entre Europa e EUA não é algo que precisa ser visto em tempos de crise como estes.

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