Nestle (NESN) minimiza impactos da Covid-19 em resultado trimestral

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Na terça-feira (20), a Nestlé (NESN) elevou sua projeção para o crescimento das vendas orgânicas em 2020 para mais de 3%, após superar as expectativas do terceiro trimestre.

Conforme relatório da companhia, entre os meses de julho e setembro a empresa reportou crescimento de 4,9% impulsionado pela forte demanda por alimentos para animais de estimação, café e produtos de saúde.

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O maior grupo de alimentos do mundo resistiu à pandemia da Covid-19 melhor do que alguns concorrentes, pois seu foco em categorias de alto crescimento ajudou a compensar a queda nas vendas de alimentos para restaurantes e cafeterias.

Nestle (NESN) minimiza impactos da Covid-19 em resultado trimestral
Fonte: (Reprodução/Internet)

Vendas da Nestlé (NESN) superam projeção dos analistas 

Nos primeiros nove meses do ano, as vendas orgânicas da Nestlé (NESN) cresceram 3,5%, batendo os 2,8% estimado pelos analistas e pela própria companhia.

Anteriormente, a marca divulgou projeção de crescimento entre 2% e 3% para este ano. No mesmo sentido, os especialistas do mercado apontaram que o aumento nas previsões era cauteloso, já que o avanço de 2% no último trimestre seria suficiente para alcançá-lo. 

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Segundo a empresa, bebidas e alimentos da marca consumidos em casa permaneceu em alta  durante o lockdown. Já a venda de produtos em comércios não essenciais tiveram queda de 26,4% com a quarentena e a retomada lenta das atividades.

Leia mais: Companhia suíça de alimentos planeja elevar investimentos no Brasil. 

Nas operações na América do Sul e Norte, a Nestlé (NESN) registrou taxa de crescimento mais forte entre janeiro e setembro, enquanto na Ásia o desempenho foi levemente positivo.

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Companhia planeja expansão de portfólio com negócio de US$ 2 bilhões 

Em divulgação do balanço, a Nestlé (NESN) informou que deseja continuar o desenvolvimento do seu portfólio, principalmente com a expansão dos negócios de ciências e saúde recentemente reforçados pela aquisição da Aimmune Therapeutics por US$ 2 bilhões.

Traduzido e adaptado pela Equipe Folha Capital.

Fonte: CNBC News

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