LVMH (MC) abre processo contra Tiffany (TIFF34) em disputa por negócio de US$ 16 bilhões

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Nesta terça-feira (29), a LVMH (MC) afirmou que entrou com uma ação contra a Tiffany & Co. (TIFF34) em uma tentativa de desistir da aquisição de US$ 16,2 bilhões, que poderia ser a maior compra na indústria de luxo.

Em processo aberto segunda-feira em Delaware, a empresa francesa alegou que mantém firme a alegação de que as condições necessárias para fechar a aquisição da Tiffany (TIFF34) não foram atendidas.

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No início de setembro a companhia proprietária da Louis Vuitton renunciou à aquisição da marca norte-americana, pois não era possível concluir a compra no atual formato das negociações.

LVMH (MC) abre processo contra Tiffany (TIFF34) em disputa por negócio de US$ 16 bilhões
Fonte: (Reprodução/Internet)

LVMH (MC) critica a gestão da Tiffany (TIFF34)

Na ação, visando conseguir a anulação da compra da marca de joias, a empresa francesa criticou a gestão da Tiffany (TIFF34) afirmando que a empresa faz uma má administração de seus negócios.

A LVMH (MC) mencionou que a companhia americana fez maiores pagamentos em dividendos enquanto estava queimando dinheiro e relatando perdas. Para a dona da Louis Vuitton, nenhuma outra empresa de luxo teve esta atitude em meio à crise.

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“Há muitos exemplos de má gestão detalhados no processo, incluindo corte de capital e investimentos em marketing e tomada de dívidas adicionais”, declarou a companhia.

Segundo a  LVMH (MC), esta postura constitui violação flagrante de sua obrigação de operar no curso normal nas negociação.

Marca francesa cita impostos e pedido de extensão do negócio

A parte autora ainda citou a ameaça da incidência de tarifas americanas sobre os produtos franceses e o pedido da Tiffany (TIFF34) de estender o prazo do negócio até o final do ano.

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Após a LVMH (MC) recorrer à justiça, a rede de joias Tiffany (TIFF34) imediatamente abriu um processo em Delaware para fazer cumprir o acordo alegando que o fundamento usado pela requerente sobre a tarifação de mercadorias não tinha embasamento legal.

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