Investir em ações: O que deve ser evitado?

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Os investidores brasileiros não são muito conhecidos pelos investimentos em renda variável, mas sim pelo perfil mais conservador que optam por aplicações mais seguras, a famosa renda fixa.

Em outros tempos, os juros e a poupança soavam mais atrativo para o público. No entanto, nos últimos anos, foi possível notar que a Bolsa de Valores começou a chamar atenção com o crescimento de CPFs cadastrados nesse mercado.

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Apesar da popularidade desta modalidade estar avançando, é interessante atentar-se para algumas coisas. Investir em ações pode oferecer maiores retornos, mas ainda sim continua sendo um ambiente que requer certos cuidados.  

Investir em ações: O que deve ser evitado?
Fonte: (Reprodução/Internet)

Entenda quais iniciativas não podem ser tomadas no mercado de ações. 

O que não fazer no investimento em ações

Investir em apenas uma ação é o primeiro passo a ser evitado. O termo popularmente conhecido como “colocar todos os ovos numa cesta só” é um risco para os investimentos, neste caso o ideal é aplicar capital em mais de uma empresa.

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Outro erro é optar por um único investimento. A recomendação diária dos especialistas é montar uma carteira diversificada, de modo que o dinheiro não esteja empregado apenas em renda variável.

Investir pensando na rentabilidade rápida também é errado. Não se apegue à ideia de que o mercado de ações traz rentabilidade em 24 horas, é preciso investir tendo em mente retorno a médio e longo prazo.

Escolher ações pelo desempenho passado é comum e considerado errado, pois nem sempre as ações que valorizaram no último mês mostrarão o mesmo desempenho posteriormente. Analisar a rentabilidade passada é interessante, mas não é o único fator relevante.

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Seguir o senso comum não é porque a maioria dos investidores optam por papéis de uma determina empresa que eles serão uma boa opção para os demais. Tudo depende do perfil do gestor por isso seguir o senso comum não é um bom caminho.

4 passos para entrar na Bolsa de Valores 

Algumas pessoas cometem o erro de investir em ações do dia para a noite, mas essa não é uma iniciativa segura para os investidores que querem manter a saúde de seus investimentos. 

Para entrar no mercado de ações é necessário criar uma base sólida nas aplicações, de modo que a destinação de capital à Bolsa de Valores seja o último passo do processo para construção de uma carteira ideal.

  1. Construir reserva de emergência: o recomendado é um fundo de reserva com rentabilidade atrelada ao CDI;
  2. Busca aplicações com riscos menores: o segundo passo é aumentar a rentabilidade, mas ainda sim sem correr grandes riscos. Opções de investimento imobiliário como LIG (Letra Imobiliária Garantida) e LCI (Letra de Crédito Imobiliário), além deles os CDBs e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) também são indicados;
  3. Opções mais voláteis: aqui o investidor começa arriscar um pouco mais nos investimentos. Os fundos imobiliários e multimercados são opções de renda variável, mas que possuem menos riscos do que o mercado de ações;
  4. Investir em ações: depois de construir uma base sólida de investimentos, a carteira terá estrutura para estar exposta à volatilidade das ações.

 Com esse desenvolvimento, o investidor terá um portfólio diversificado e correrá menos riscos de comprometer seus ativos com a oscilação da Bolsa de Valores

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