Ibovespa (IBOV) recua com aumento de casos da Covid-19

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Durante sessão desta segunda-feira (26), o Ibovespa (IBOV) mostra queda de 0,45% acompanhando os índices do mercado americano que mostram recuo com o aumento de casos do coronavírus nos EUA e na Europa.

Conforme dados da mídia internacional, na sexta-feira (23) e no final de semana os EUA registraram mais de 83 mil casos de novos contágios, superando o recorde de 77.300 infecções em 24 horas no país.

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Enquanto os norte-americanos passam por um segunda onda da Covid-19, os democratas e republicanos ainda não mostram sinais de acordo sobre novo pacote de estímulo à economia.

Ibovespa (IBOV) recua com aumento de casos da Covid-19
Fonte: (Reprodução/Internet)

Novas medidas de isolamento social puxam Ibovespa (IBOV)

Próximo ao encerramento, às 17h10, o Ibovespa (IBOV) opera aos 100.807,38 pontos, enquanto os países da Europa adotam novas medidas de isolamento social. O governo da Itália informou que a partir desta segunda restaurantes e bares fecharão às 18h. Enquanto na Espanha, a população deve se recolher para suas casas às 23h.

A França também adotou o toque de recolher e as autoridades de Londres voltaram a proibir que pessoas que não residem na mesma casa se encontrem presencialmente. Por outro lado, no Brasil os investidores mostram otimismo com a recuperação da economia após o forte impacto da pandemia.

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  • Dólar comercial: baixa de 0,27%, a R$ 5,611 (compra) e a R$ 5,612 (venda).

Leia mais: Índices do mercado europeu recuam com segunda onda da Covid-19.

Bolsonaro mantém discurso sobre vacina contra o coronavírus

No cenário doméstico, o presidente Jair Bolsonaro continuou com o discurso sobre a não obrigatoriedade da vacina contra o coronavírus enquanto João Dória, governador de São Paulo, declarou que a vacinação será obrigatória no estado em que lidera.

No Supremo Tribunal Federal (STF), já existem ações solicitando que a deliberação sobre a aplicação da vacina seja de responsabilidade dos governadores. Conforme Bolsonaro, em conversa com apoiadores, não é de competência do juiz decidir se um indivíduo vai ou não tomar a vacina.

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