Governo Federal destina bilhões ao novo Bolsa Família

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Recentemente, foi divulgado que um novo programa social seria instituído pelo Governo Federal com o objetivo de atender os beneficiários do Bolsa Família e do Auxílio Emergencial. Esta medida culminaria na junção desses dois auxílios em um só, o Renda Brasil.

O Bolsa Família, criado pelo governo Lula será substituído pela criação da nova versão na gestão Bolsonaro. Ainda sabe-se pouco sobre o programa, mas já há previsão de ser implementado no mês de setembro, período subsequente ao fim do recebimentos dos R$600.

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A equipe do presidente Jair Bolsonaro vem pensando numa logística que atenda ao público assistido pelas ajudas financeiras. Mas, a inovação tem contrariado alguns especialistas sobre a possibilidade de não atender às pessoas financeiramente vulneráveis.

Governo Federal destina bilhões ao novo Bolsa Família
Fonte: (Reprodução/Internet)

Veja quais são as atuais notícias sobre o novo programa, valores serão pagos e quem terá direito.

Fusão do Bolsa Família com Auxílio Emergencial

A iniciativa criada pelo governo visa amparar as pessoas que possuem poucas condições financeiras, promovendo a fusão do Bolsa Família e Auxílio Emergencial.

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O auxílio foi pensado para os trabalhadores informais que foram impactados com a crise causada pelo coronavírus. Já o Bolsa Família atende a mais 40 milhões de famílias em situação de vulnerabilidade social.

Até o momento, o Ministério da Economia estima destinar ao novo programa mais de 51 bilhões reais que irão atender um pouco mais de 57 milhões de pessoas. Consoante com notícia dada pelo InfoMoney, o valor pago será de R$232,31.

Sabe-se até então que terão direito ao benefício as famílias que têm o faturamento mensal de no máximo R$250.  O valor é superior ao estipulado para o atual Bolsa Família, o qual determina como beneficiário aqueles que possui a renda mensal de R$178.

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Governo Federal destina bilhões ao novo Bolsa Família
Fonte: (Reprodução/Internet)

O que dizem os especialistas

Para alguns especialistas, a manobra pode ser perigosa não quando se trata do benefício do Bolsa Família, mas sim quanto ao Auxílio Emergencial que já assiste no meio da pandemia cerca de 60 milhões de pessoas.

Acredita-se que o risco das pessoas não serem amparadas pelo Renda Brasil é muito grande. Para a jornalista Monica de Bolle, o auxílio de R$600 atende a muitos brasileiros que, se modificado, pode trazer prejuízos ao orçamento das pessoas mais vulneráveis economicamente.

Rodrigo Maia se manisfesta contra

O presidente da Câmara do Deputados, Rodrigo Maia, se manifestou sobre o projeto. Segundo o parlamentar, a iniciativa seria “mais do mesmo” e que não seria eficaz para ajudar o público de pouca renda.

“Precisamos ter uma parte de recurso de transferência para garantir que nenhum brasileiro fique abaixo da linha da pobreza e somar isso a uma variável que a gente estimule a mobilidade social das famílias”, afirmou Maia, em declaração à Globo News.

Para ele, a solução não está na transferência de renda apenas, mas sim na criação de políticas que impulsionem o crescimento socioeconômico das pessoas de baixa renda.

Previsão de implementação do programa

Apesar das divergências do poder legislativo, o Governo Federal prossegue na elaboração do programa. Tudo indica que a implementação ocorrerá no segundo semestre de 2020, após o encerramento do Auxílio Emergencial que foi prorrogado com o pagamento de mais duas parcelas.

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