Europa: Índices fecham a semana em alta

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Os índices europeus fecharam ligeiramente em alta nesta sexta-feira, com os investidores demonstrando um tom positivo sobre a perspectiva de uma vacina eficaz contra o coronavírus.

A notícia divulgada na segunda-feira de que a vacina que a Pfizer (PFE) está desenvolvendo, juntamente com a BioNTech (BNTX), teve mais de 90% eficácia em um teste ajudou a elevar o ânimo nesta semana.

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No entanto, os traders temem que um número crescente de casos de coronavírus possa atingir a economia de forma significativa antes que uma vacina chegue.

Europa: Índices fecham semana em alta
Fonte: (Reprodução/Internet)

Veja mais: Mercados dos EUA abrem em alta com expectativa de novas vacinas

Bolsa europeia se estabiliza em ganhos

O Stoxx 600 (SXXP) fechou relativamente estável após as perdas iniciais, com setores e bolsas principais terminando em território positivo. Na semana, o índice fechou em alta de 3,5%.

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Com o enfoque em ações individuais, a Delivery Hero (DHER) afundou 6% depois de revelar que o órgão antitruste da Coréia do Sul recomendou a venda de sua subsidiária Yogiyo.

Segundo o órgão, a sugestão foi feita para garantir a aprovação de sua aquisição estimada em US$ 4 bilhões do aplicativo de entrega de comida Woowa Brothers. A gigante alemã de entrega de alimentos declarou que não acataria a recomendação.

Eleições dos EUA impactam o mercado

Nos Estados Unidos, as ações subiram na manhã de sexta-feira, com os investidores apostando novamente em ações que se beneficiariam de uma vacina potencialmente eficaz. Como também, acreditando na possível recuperação econômica no próximo ano com o novo governo.

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Ainda em clima de insegurança, o presidente eleito Joe Biden está projetado para vencer o estado de campo de batalha do Arizona, estendendo sua liderança sobre o atual presidente Donald Trump por mais 11 votos eleitorais e levando seu total para 290.

No sábado, a NBC News projetou que Biden venceria a eleição presidencial depois de convocar a Pensilvânia para o candidato democrata. Donald Trump, até então, recusou-se a conceder a eleição.

Traduzido e adaptado por equipe Folha Capital.

Fonte: CNBC.

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