EUA se opõe a acordos comerciais com o Brasil

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Não é de hoje que os líderes do governo americano e brasileiro possuem uma certa aproximação. Bolsonaro por diversas vezes já se mostrou simpatizante da forma de liderar de Trump.

Os Estados Unidos e o Brasil vêm caminhando em várias parcerias políticas e econômicas. No entanto, a Câmara dos Deputados americana não parece concordar com o relacionamento dois dois chefes de governo.

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Recentemente, foi anunciado pelos parlamentares do partido democrata o pouquíssimo interesse em manter relações comerciais com o Brasil. O que preocupa o mercado, já que os EUA é a maior potência econômica do mundo. Não tê-la como aliada não é um bom sinal.

Brasil
Fonte:(reprodução/internet)

EUA se opõe a acordos comerciais com o Brasil. Entenda o pronunciamento dos políticos americanos. Veja também como foi a semana para o mercado brasileiro poucos dias depois da flexibilização da quarentena.

Democratas americanos resistem à economia brasileira

Nos Estados Unidos, a maioria dos deputados que atuam na Câmara são democratas, partido opositor ao de Trump, republicano. Quando ele foi eleito à Presidência dos Estados Unidos, já eram esperados grandes desacordos devida a atual formação política.

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Apesar do presidente americano afirmar seu bom relacionamento com Bolsonaro, o partido democrata se opõe. O pronunciamento recente do parlamento deixou isso em evidência. Para os deputados, existem várias barreiras que impedem acordo comercial entre EUA e Brasil.

Afirmaram ainda, que existem muitas objeções para “expansão de parcerias comerciais com o Brasil do presidente Jair Bolsonaro”. De acordo com o site InfoMoney, a previsão é de que a oposição de Donald Trump irá frear as possibilidades de negociações entre os países.

Biden X Trump

Devemos ficar de olho em um evento específico, pois ao que tudo indica isso refletirá diretamente nos acordos comerciais brasileiros. As eleições norte-americanas irão acontecer em novembro, e o embate será entre Donald Trump e Joe Biden.

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A disputa clássica entre democratas contra republicanos pode ser decisiva também para o nosso cenário econômico. As relações no mercado com os Estados Unidos podem piorar, caso a eleição seja vencida por Biden.

Pelo o que parece, os democratas não irão fechar negociações com o Brasil até uma próxima eleição aqui no país. E ao que tudo indica, Bolsonaro e o candidato democrata possuem perfis totalmente diferentes. Espera-se, inclusive, grandes desavenças.

Nas pesquisas atuais, Joe aparece à frente de Trump com uma diferença de 10%. A porcentagem pode crescer diante dos recentes posicionamentos do atual presidente em relação aos protestos por George Floyd e a disputa com a China. Estão preparados para uma disputa eleitoral calorosa?

Semana otimista para o Brasil

Enquanto a eleição americana não chega, o Brasil vem apresentando boas reações durante a primeira semana de junho. Nem mesmo o pronunciamento sobre oposição dos EUA em fazer acordos comerciais com o país freou o bom desempenho.

A IBOVESPA apresentou excelente crescimento de 3% ,nesta sexta-feira (5), e mais uma vez o dólar obtém queda, batendo o marco de 5,03 reais. Sem sombra de dúvidas, esses resultados começam a devolver o otimismo aos investidores.

Um fator fundamental nesta reação do mercado foi a notícia de que os Estados Unidos teve seu índice de desemprego reduzido. Informação esta, que superou todas as expectativas de profissionais da economia que estimavam pela alta deste dado.

Enfim, vamos acompanhar como ficarão as relações comerciais entre Estados Unidos e Brasil. Apesar da notícia ruim, o país conquistou bons registros. No entanto, o cenário ainda é sensível. Tudo irá depender dos sinais da curva pandêmica.

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