Destaques do Ibovespa (IBOV) em agosto

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Neste ano, o mês de agosto foi marcado como um período de alta volatilidade. Além de ser um temporada de férias nos Estados Unidos, país com participação de peso no mercado, ainda existe o enfrentamento ao coronavírus. 

Em razão da diminuição da presença dos norte-americanos, acaba ocorrendo a diminuição de liquidez e do volume negociado nas Bolsas de valores mundiais. Logo, isso também refletiu nos pregões do Ibovespa (IBOV).

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Apesar da volatilidade acentuada e do recuo acumulado de 3,44% do índice em agosto, algumas empresas foram destaques em ganhos no decorrer do mês. Por outro lado, as empresas do segmento de educação viram seus ativos despencaram. 

Destaques do Ibovespa (IBOV) em agosto
Fonte: (Reprodução/Internet)

Veja os piores e melhores resultados do mercado de ações. 

Maiores ganhos do Ibovespa (IBOV)

Os melhores desempenhos do Ibovespa (IBOV) foram os das companhias de commodities. As ações das grandes siderúrgicas, por exemplo, acumularam valorização no mês em razão da elevação dos preços do aço combinado à recuperação da demanda. 

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  • Usiminas (USIM5): +24,85% no mês, R$10,15;
  • CSN (CSNA3): +24,16%, R$15,21;
  • Klabin (KLBN11): +24,39, +25,70;
  • Cia. Hering (HGTX3): +23,58%, R$ 18,29;
  • Marfrig (MRFG3): +23,53%, R$ 17,80.

As cinco companhias de maiores ganhos do mercado doméstico são siderúrgicas, exportadores de papéis, marca do varejo de moda frigoríficos, conforme a ordem da listagem acima. 

Apesar do prejuízo de 395 milhões reportado no segundo trimestre, a empresa de commodities Usiminas (USIM5) foi a líder de valorização em agosto. Segundo os analistas da XP Investimentos (NASDAQ: XP), os contratos de minério de ferro e o câmbio favoreceram o desempenho dos papéis.

Piores resultados do mercado de ações 

No cenário oposto, estão as quedas do Ibovespa (IBOV) em agosto. As empresas do segmento de educação protagonizaram dois dos piores resultados acompanhadas pela companhia de serviços financeiros, pela estatal de São Paulo e seguradora brasileira que também somaram desvalorização ao longo do mês.

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  • Cogna (COGN3): -31,16%, R$ 5,70;
  • Sabesp (SBSP3): -21,53%, R$ 47,75;
  • Yduqs (YDUQ3): -20,48%, R$ 26,95;
  • Cielo (CIEL3): -15,08%, R$ 4,56;
  • SulAmérica (SULA11): -14,83%, R$ 43,18.

As ações da Cogna (COGN3) lideram a maior queda puxadas pelo prejuízo de 140 milhões no resultado trimestral, em razão da pandemia. O resultado inclui também as subsidiárias Platos, Kroton e Saber. 

Para o mês de setembro, estima-se que o reaquecimento da economia mundial e a redução da volatilidade no mercado impulsionem os ganhos dessas companhias que tiveram sua atuação prejudicada com a Covid-19.

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