Consumo de gasolina deve cair pós-pandemia

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Muitas alterações aconteceram desde quando o isolamento social foi aderido pelas regiões do país. Com a suspensão de atividades comerciais que não se encaixavam em serviços essenciais, o home office foi adotado pelas empresas.

Isso afetou diretamente o consumo de combustível pelos motoristas, afinal, ninguém saia de casa, pelo menos não deveria. O mês de maio foi marcado pelo retorno de alguns estados à nova normalidade.

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Depois de praticamente três meses de quarentena, alguns governadores optaram pela retomada das atividades. Porém, ainda assim, os índices de abastecimento sofreram queda brusca e ao que tudo indica continuará em baixa nos próximos meses.

gasolina
Fonte:(reprodução/internet)

Consumo de gasolina deve cair pós-pandemia. Entenda como o isolamento social afetou o mercado de petrolífero no Brasil e saiba quais são as providências adotadas diante do atual cenário.

Medidas aprovadas pelo CNPE

Os prejuízos econômicos causados pelo novo vírus ao setor de comércio de combustíveis é gigantesco. Visando levar melhorias a esta iniciativa, a Presidência da República juntamente com o órgão de assessoria de Política Energética fizeram modificações referente ao mercado.

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A novidade é voltada para comercialização do etanol nos postos de abastecimento. De acordo com notícia do Money Times, os produtores deste combustível poderão vender diretamente o produto nos estabelecimentos de gasolina.

Para o ministro do Ministério de Minas e Energia a ação é respaldada pela Constituição Federal no que tange a livre iniciativa e concorrência no mercado. O que, para ele, será benéfico ao consumidor do etanol.

A intenção é promover a fomentação no comércio de combustíveis. Possibilitando assim, a igualdade na competição de preço e qualidade da mercadoria, já que este tipo de atividade estava praticamente monopolizada por grandes empresas do país.

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Redução do consumo de gasolina

Para recuperar a economia das grandes afetações sofridas, o governo precisará de um grande jogo de cintura, já que os impactos vêm sendo sentidos em todos os setores do mercado. Exemplo disso é a redução drástica no consumo de gasolina.

Desde quando a quarentena teve início em todo o território nacional, os automóveis permaneceram sem utilidade. Muitos empregados e empresários começaram a exercer seus trabalhos em casa, logo, o abastecimento do veículo não era mais necessário.

Isso foi sentido logo no primeiro mês de isolamento social e ao que tudo indica a baixa pela procura de combustível permanecerá após a pandemia.  Apesar de alguns estados terem flexibilizado a medida, a possibilidade do trabalho home office se manteve em várias empresas.

Isso ocorreu devido o alto índice de contágio do vírus e a ausência de uma vacina. De certo modo, isso traz um sentimento de insegurança a população, que ainda tem optado em fazer suas atividades em casa, enquanto ainda possuem esta alternativa.

Há quem diga que a modalidade home-office é o padrão do futuro, e que existem as chances dela ser mantida mesmo depois que todo o alvoroço passar. Caso isso aconteça, daqui 2 anos, esta queda no consumo da gasolina pode acarretar rombos de mais de 50 bilhões de reais a economia.

Como isso reflete na Petrobras (PETR3;PTR4)?

Uma das maiores empresas de petróleo do mundo sofreu impactos não só por conta da redução de procura por combustível no Brasil, mas no exterior também. Afinal, a quarentena alcançou níveis globais.

Recentemente os profissionais do mercado fizeram uma avaliação referente aos efeitos do home office na estatal. De acordo com a pesquisa informada no InfoMoney, atualmente os países nórdicos são os que mais aderem ao trabalho em casa, nações como o Brasil tendem a apresentar um índice menor.

Porém, com o surgimento da pandemia, regiões que não eram adeptas desta modalidade de trabalho começaram a perceber que é possível implementá-la de forma eficaz na vida profissional. Suponhamos que aconteça uma crescente na adoção desse modelo pelo mundo, com um índice de 20%.

Esse dado acarretaria em uma perda de mais de 2,5 milhões de barris de combustível, esta seria a quantidade apenas do prejuízo diário. Isso culminaria numa aproximação do preço da nossa mercadoria aos patamares de valores norte-americanos, os quais são inferiores comparados aos do Brasil.

Essas suposições só poderão ser vistas caso o home office realmente se torne o padrão do futuro. Enquanto isso, a estimativa do consumo de gasolina para os próximos meses ainda é de baixa, não só a nível nacional, mas internacional.

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