Consumidores brasileiros recuperam confiança

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Os últimos meses foram tenebrosos para a população, se deparar com a obrigação de estar em casa 24 horas por dia e com a paralisação da maioria de serviços gerou pânico nos brasileiros.

Com o sentimento de insegurança pairando, muitas pessoas mudaram a forma de consumir e ajustaram seus orçamentos familiares. Isto porque a possibilidade de perder o emprego assustou diversos trabalhadores.

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Devido a tensão gerada, até mesmo os comércios que puderam reabrir, depois de quase três meses paralisados, sentiram a queda no faturamento. A verdade é que o consumidor não se sente confiante em fazer gastos que excedam os essenciais.

Consumidores brasileiros recuperam confiança
Fonte:(reprodução/internet)

Consumidores brasileiros recuperam confiança. Confira a recente pesquisa que apresenta o desenvolvimento do consumo no país em meio à crise. Veja como os comércios físicos tem se adaptado à nova realidade.

E-commerce cai no gosto do público

Antes mesmo da pandemia ter surgido, o mercado online já estava em destaque. Além das plataformas de vendas já conhecidas, o setor estava sendo ampliado e vinha acolhendo novas pessoas interessadas em criar o seu negócio na internet.

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Com o isolamento social aderido no mundo inteiro, os meios digitais tornaram-se as estrelas do comercio. Afinal, a única forma de comprar e vender sem sair de casa é através da tecnologia. Comprovando a crescente neste ramo, dados recentes foram levantados.

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico foi computado que cerca de 125 mil pessoas jurídicas foram inseridas no universo online. Este marco foi registrado usando o período do surgimento da crise.

Neste mesmo levantamento, foi possível identificar que o crescimento de vendas na internet foi de 65,7%, no primeiro semestre de 2020. O lucro obtido neste período aumentou em 56,8%, conforme dados do Isto É Dinheiro.

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Adaptação dos estabelecimentos físicos

Por outro lado, temos as lojas físicas que sobreviveram cerca de três meses com suas atividades paralisadas. Com a retomada de seus serviços, novas providências precisaram ser adotadas para o funcionamento seguro do comércio.

Os empreendedores precisam estar atentos que o consumidor brasileiro não é o mesmo de quando o vírus não existia. Agora, é necessário oferecer a ele o maior sentimento de segurança possível ao adentrar em seu estabelecimento.

Por regra, em alguns estados, as lojas só poderão receber público que corresponda 20% de sua capacidade de espaço. Além de oferecer produtos para a devida higienização do cliente, como álcool em gel e , se possível, máscaras descartáveis.

Consumidores brasileiros recuperam confiança
Fonte:(reprodução/internet)

O portal G1 noticiou que comércios como restaurantes e bares ainda estão sem funcionar. Nestes estabelecimentos será obrigatório o aferimento de temperatura corporal na entrada e organização das mesas, de modo que fiquem com distanciamento mínimo de 1,5 metros entre elas.

Existem empresas que pensaram no público de risco, que não podem de forma alguma sair de suas casas. Elas criaram uma espécie de conveniência em vários pontos dos condomínios, sem a presença de atendentes.

Uma companhia do país desenvolveu um aplicativo, o qual os moradores pagam através da ferramenta, e vão até o posto de autoatendimento e recolhe a mercadoria desejada. Este serviço já pode ser encontrado em edifícios de São Paulo e Curitiba.

Otimismo alcança consumidores

Com o retorno do comércio, a perspectiva dos brasileiros sobre o consumo começou a melhorar. Afinal, com os principais geradores de emprego no país de portas fechadas, os brasileiros não veem otimismo em gastar o que ultrapassa o essencial.

De acordo com a recente pesquisa divulgada na Forbes Brasil, os consumidores têm recuperado a confiança no mercado. O mês de junho apresentou a melhor significativa, quando comparada com os meses anteriores.

Conforme o levantamento feito pela Fundação Getulio Vargas – FGV, este período registrou uma melhoria de 44% das perdas obtidas no primeiro trimestre. Para os especialistas, a população também se encontra menos pessimista com o quadro geral do país.

Tudo indica que esse avanço está ligado ao relaxamento da quarentena e à volta das atividades de trabalho. Isso afetará positivamente o índice de consumo dos brasileiros, no entanto, esses reflexo só será percebido com uma maior estabilização na economia do Brasil.

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