Bolsas europeias fecham segundo trimestre em alta

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A economia europeia, uma das maiores do mundo, apresentava sinais preocupantes referente à retomada de seu desempenho. Uma questão que chamou a atenção dos investidores foi o surgimento de novo casos de contaminação do novo coronavírus.

Mas ao que parece, a aparição recente de 20 mil casos de coronavírus diários no continente não freou os ganhos das bolsas europeias. O final do mês de junho marcou uma recuperação significativo do mercado dos países membros da região.

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Apesar da comemoração do resultado, os olhos seguem atentos para a volatilidade das ações e instabilidade a nível global. Cada notícia divulgada pode impactar positivamente ou negativamente nos índices econômicos.

Bolsas europeias fecham segundo trimestre em alta
Fonte: (Reprodução/Internet)

Confira as  informações o  mercado financeiro e quais são as previsões para os próximos meses deste ano.

Sinais de recuperação do mercado Europeu

Com o tempo menos nebuloso para as ações europeias, terça-feira (30) marcou o fechamento do melhor trimestre do mercado na Europa, o que ultrapassa os ganhos obtidos no mesmo período do ano de 2015.

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Mesmo com os crescentes registros de uma segunda onda de contaminação nos Estados Unidos, as bolsas europeias não foram impactadas com esses dados. Segundo o Valor Econômico, o ganho obtido no último dia do mês de junho foi de 0,13%.

Com a valorização das ações britânicas (0,90%) e alemãs (0,64%), o índice total referente aos meses de abril, maio e junho de 12,6%. Apesar do ganho do continente como um todo, os ativos da Espanha, França e Portugal operaram em baixa no final deste mês.

Essa desconexão entre as economias destes países deixa transparente a incerteza econômica que ronda a Europa. Para os especialistas, isto é resultado da pandemia que ainda paira no ar, impedindo a estabilidade do mercado.

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Bolsas europeias fecham segundo trimestre em alta
Fonte:(reprodução/internet)

Mudança de acordo gera instabilidade

Assim como o Brasil, a Europa está entrando em uma zona de deflação, e o banco central europeu enfatiza a necessidade de reformas das políticas fiscais. Uma pauta que está também em questão é a aplicação da lei de segurança nacional em Hong Kong, sancionada recentemente por Xi Jinping.

A medida é defendida por muitos como o marco da autenticidade da capital chinesa, que possui uma certa autonomia frente à China. A partir da entrada em vigor desta norma, a região passará a ser monitorada de perto por escritórios chineses.

Essa iniciativa foi desaprovada pela União Europeia e coloca os Estados Unidos num novo impasse. A reunião desse fator com os demais citados geram imprevisibilidade do cenário econômico não só da Europa, mas do mundo.

Previsão para o próximo trimestre

Depois de um longo período de ganhos, o novo trimestre começou com registros negativos para as bolsas europeias. Com todos os pontos influenciadores entre China, Estados Unidos, novos contágios da doença atual e a descoberta de um novo vírus, o mercado não respondeu de forma otimista.

Entretanto, uma boa notícia foi anunciada pelos institutos de pesquisa da Inglaterra. Segundo o Isto É Dinheiro, o retorno do bom desempenho da indústria manufatureira de gigantes econômicos têm demonstrado ganhos.

Isto pode ser provado pelo desempenho da China, que cresceu 51,2 no setor de manufatura no último mês. Outro exemplo foi o Reino Unido que avançou em 50,1% no mesmo período.

Diante de boas notícias, a economia da Europa não apresenta sua melhor performance, os últimos dados referentes às ações europeias são de perdas.

Os ativos britânicos e alemães que apresentaram valorização um dia atrás, registram recuo de 0,60% e 0,92% respectivamente. Portugal é o país do grupo que mais tem perdido, suas ações sofreram uma desvalorização de 1,35%.

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