Boeing (BOEI34) volta a ter prejuízo puxado pela queda na demanda

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Hoje (28), a Boeing (BOEI34) relatou sua quarta perda trimestral consecutiva puxada pela crise da Covid-19 e a proibição do jato 737 MAX prejudicando as vendas. Segundo a companhia, a expectativa é que as entregas da aeronave retornem antes do final deste ano nos Estados Unidos.

A empresa declarou que além de reduzir a meta de construção de aviões estreitos por mês no início de 2022, também está mantendo suas taxas de produção de aeronaves largas profundamente menores.

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A pandemia do coronavírus praticamente paralisou as viagens aéreas levando as principais companhias aéreas à beira da falência, obrigando-as a buscar ajuda governamental, cortar custos e adiar as entregas de aviões

Boeing (BOEI34) volta a ter prejuízo puxado pela queda na demanda
Fonte: (Reprodução/Internet)

Leia mais: Fabricante americana corta previsão de demanda para indústria aérea.

Boeing (BOEI34) tem endividamento de bilhões no terceiro trimestre

Consoante ao balanço, a Boeing (BOEI34) registrou saída de caixa livre de US$ 5,08 bilhões no trimestre e apontou de dívida de US$ 61 bilhões, ante US$ 19,2 bilhões indicados em relatórios anteriores.

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Além disso, como resultado da queda da demanda por aeronaves a companhia americana reduziu a produção mudando sua estratégia de desenvolvimento de jatos. Também, cortou milhares de empregos, enquanto trabalhava para emergir da pandemia.

A proibição mundial de 19 meses de seus jatos 737 MAX, desencadeada por dois acidentes fatais, igualmente refletiu nos números negativos da empresa.

Fabricante norte-americana demite funcionários

No início deste ano, a fabricante iniciou uma campanha massiva de redução de empregos com a projeção de cortar 19 mil empregos até o final do ano. Até o final de 2019, a empresa contava 160 mil funcionários ao redor do mundo.

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Traduzido e adaptado por Equipe Folha Capital.

Fonte: Reuters.

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