Ibovespa (IBOV) volta a apresentar crescimento

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Depois de um cenário de meses de queda, a Ibovespa volta a apresentar crescimento. A queda se deu no início do ano e período do início da pandemia. Recentemente, a abertura do comércio fez a principal bolsa do país reagir positivamente.

A preocupação com o impacto na economia e por consequência nas ações do mercado brasileiro, sempre esteve em pauta. As variações e oscilações das principais bolsas de valores do Brasil foram percebidas e houve marcos históricos.

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O Ibovespa é o principal índice da B3, a bolsa brasileira que subiu no último mês e continua surpreendendo no início de junho. Veja como se deu o cenário de queda e valorização do Ibovespa. Acompanhando o gráfico a seguir.

Ibovespa
Fonte: (Reprodução/Internet)

Saiba mais sobre a alta da Ibovespa.

2020 e o pior trimestre da história

Para entender melhor essa conversa, é preciso retornar um pouco para os primeiros meses deste ano. Eles são fundamentais para o que hoje pode-se comemorar. Desde o início de janeiro, as cotações já não iam bem, até que a novo vírus apareceu por aqui.

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Foi em fevereiro que os pontos do Ibovespa despencaram no cenário financeiro. Os gráficos mostraram a terrível desvalorização da bolsa que começa a ficar séria  em 19 de fevereiro, com a queda de 116 mil pontos para 102 mil.

Com o descobrimento dos primeiros casos e os índices da doença subindo desde então, o cenário foi apenas piorando. O dia 9 de março marcou um dos piores índices que fizeram do primeiro trimestre de 2020, o pior da história da Ibovespa desde 98. A bolsa brasileira perdeu R$ 1 trilhão.

A bolsa e a paralisação

O cenário político da doença no país é um dos principais fatores das oscilações da bolsa. O mundo inteiro reagiu mal, e o país estava ao lado das bolsas de valores em queda no cenário mundial, como a Nasdaq, que continua em queda.

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Por trás desse gráfico, existia um Brasil fechando as portas do comércio. Em maioria, os governadores concordaram em paralisar as cidades fechando comércios não essenciais. Assim, as ruas foram esvaziando na medida do possível. O Brasil atingiu níveis razoáveis de isolamento por volta de abril.

Com o comércio paralisado, o impacto na bolsa foi maior. Atualmente, apesar do índice de contaminação e morte apenas subir, os governos estaduais ao lado do governo federal já concordaram em reabrir o comércio.

A valorização do Ibovespa

A bolsa, por sua vez, se beneficia dessa movimentação. A abertura comercial que começou por volta do fim de maio, refletiu positivamente na valorização do Ibovespa. Só em maio a bolsa acumulou um avanço de 8,57%.

O mês cinco do ano fechou em alta e marcou, incrivelmente, o melhor mês de maio desde 2009. Já em junho, até o dia quatro, foram cinco dias seguidos de alta. Diante da economia ainda afetada pela pandemia, o crescimento deu esperança.

Até a terça-feira (3) o aumento havia sido de 2,74% chegando a 91.046 pontos. O cenário é positivo, pois o pior marco da bolsa em março foi abaixo de 90 mil pontos. Esse cenário otimista do mercado, também resultou no queda do dólar de 2,29%, chegando a R$ 5,0925.

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